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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Esta Lisboa que eu amo #3

O Ascensor da Glória comemora hoje, dia 24 de Outubro, o seu 129.º aniversário. O mítico ascensor liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto e é uma das mais acarinhadas atracções de Lisboa, a par dos Elevadores de Santa Justa, da Bica e do Lavra. Estes importantes e históricos meios de transporte estão inseridos na Rota dos Ascensores, uma rota que permite uma visão única sobre a cidade.




Quando foi inaugurado em 1885, o Ascensor da Glória funcionava por meio de um sistema de tracção por cremalheira e cabo por contrapeso de água, em que ambos os carros estavam ligados por um cabo subterrâneo subindo e descendo, em duas vias paralelas assentes ao nível do chão. Os carros eram de dois pisos, tendo o inferior dois bancos dispostos longitudinalmente, de costas para a rua e o superior, a que se acedia por uma escada de caracol, outros dois, dispostos no mesmo sentido, mas costas com costas, de modo que os passageiros ficavam virados para o espaço circundante.

Foi electrificado em 1915, tendo sido classificado, a par com os Ascensores da Bica, do Lavra e do Elevador de Santa Justa, Monumento Nacional em 2002.

Parabéns aos Ascensor da Glória!




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Os viajantes que o surf traz a Peniche


De acordo com o Trivago, os portugueses quem mais que pesquisam por Peniche na tentativa de encontrar, seguindo-se espanhóis, alemães e os britânicos. Franceses e holandeses encerram a lista dos principais viajantes com intenção de visitar Peniche.

Outro dado curioso divulgado pelo estudo é que apesar de todo o mediatismo trazido pelo surf, Peniche continua a ser um destino bastante em conta e mesmo na noite mais cara ao longo das datas previstas para a prova, a próxima sexta-feira, 17, o preço médio por quarto duplo fica-se pelos 54€.



Sean Rowland - ASP INTL/EPA

EPA


Lusa


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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Países que melhor tratam os turistas


Mapa do Forum Económico Mundial sobre os países que melhor recebem os turistas! A rosa os menos hospitaleiros e a azul os mais.

Abaixo o Top Ten do melhor e do Pior. Portugal está no Top 10 (yeah!!).



10 países que tratam melhora os estrangeiros:

1) Islândia

2) Nova Zelandia

3) Marrocos

4) Macedónia

5) Áustria

6) Senegal

7) Portugal

8) Bosnia e Herzegovina

9) Irlanda

10) Burkina Faso


10 países que tratam pior os Turistas:

131) Mongólia

132) Bulgária

133) Eslováquia

134) Paquistão

135) Irão

136) Letónia

137) Kuwait

138) Rússia

139) Venezuela

140) Bolívia

quarta-feira, 30 de julho de 2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Serpa, Cidade Branca

Serpa é uma pequena cidade no sul do Alentejo, branca, cheia de personalidade e de uma importante riqueza histórica e cultura. Já aqui tinha falado nela antes mas nunca com o destaque que merece e destacando os seus pontos de interesse.


Convido-vos a conhecer a minha "terra", não de nascimento mas de adopção. 


Castelo e as Muralhas
O Castelo e as suas muralhas são o maior ex libris desta cidade alentejana. Guardam-na, protegem-na, dão-lhe personalidade. As muralhas de origem medieval abraçam todo o centro histórico da cidade levam-nos, atravessando as duas portas ainda conservadas - Porta de Moura e Portas de Beja - diretamente para a época medieval. Deste conjunto histórico e arquitetónico sobrevivem ainda, e magnificamente preservadas, a nora e o aqueduto, duas construções imponentes que não deixam ninguém indiferente. O castelo é ainda famoso pela sua pedra caída, um "monstro" que há anos e anos recebe os seus visitantes logo na porta de entrada.












Palácio Ficalho
Por de trás das muralhas e muito próximo do castelo fica a casa senhorial e solar dos Condes de Ficalho, uma construção austera do século XVI.





Torre do Relógio
Seguimos agora, percorrendo as ruas estreitas de pedras irregulares e marcadas pelas casinhas pequenas e brancas, perfeitamente caiadas, para aquele que é um dos principais símbolos da cidade, a Torre do Relógio. Este é um dos pontos mais altos de Serpa, e a sua forma retangular faz lembrar uma torre de vigia.




Museu Etnográfico
Para conhecer um pouco melhor as origens, cultura e tradicionais alentejanas nada como passar pelo Museu Etnográfico. Está situado no edifício do antigo mercado e por aqui pode visitar as antigas artes e ofícios desta terra, redescobrindo tradições ancestrais.







Ermida Nossa Sra. Guadalupe, Serra S. Gens
A pé ou de carro não poderá sair de Serpa sem subir ao Monte de S. Gens para ficar a conhecer a Ermida de Nossa Sra da Guadalupe, padroeira da Cidade. A vista quer para a cidade, quer para a planície é de tirar o fôlego. O "Altinho" como é localmente conhecido e acarinhado ganha especial relevância por altura da Pascoa, quando se comemoram também as festas da padroeira. As procissões de fé culminam na Ermida e, em tempos antigos, era neste monte que no fim da procissão o povo se estendia num piquenique de homenagem e comemoração.


  




Fora da Cidade:

Parque Natural do Guadiana
Serpa está integrada em pleno Parque Natural, incluindo por esse motivo locais de uma enorme riqueza paisagística marcada pelo seu sinuoso rio. O Parque tem cerca de 69 mil hectares e abriga espécies raras, muitas delas ameaçadas.







Pulo do Lobo
Um local único no mundo onde vemos todo um rio desaparecer num pequeno buraco de rocha. Parece mentira mas só vendo com os nossos próprios olhos acreditamos nesta magia. Localizado a cerca de 20 km de Serpa e de acesso não muito fácil, o Pulo do Lobo é uma das mais belas e a maior queda de água a sul de Portugal. Um local de passagem obrigatória, não só pela beleza do local mas por toda a calma envolvente, que nos dá toda uma paz de espírito inesquecível.








Azenhas
Já aqui vos tinha falado na Rota das Azenha, um percurso por rio que nos leva a conhecer alguns dos típicos moinhos de roda movidos com água do Guadiana. Estas azenhas são memórias vivas de tempos em que o Alentejo alimentava o país através da produção de cereais. Descendo o rio ou por terra, são pontos de passagem obrigatórios por estes lados.






Onde Comer:
Em Serpa o difícil é mesmo a escolha. Não conheço nenhum local onde se coma mal mas destaco os três abaixo por uma questão de tradição e preferência pessoal.


Molha o Bico
Um restaurante do mais típico que podemos encontrar por estes lados. Decorado com símbolos da terra e com pratos alentejanos para todos os gostos, desde as Migas com Entrecosto, aos Gaspacho, passando pelo Ensopado de Borrego entre tantos outros. Recomendo guardar um espacinho para a sobremesa porque quer a Sericaia, quer a Tarde de Requeijão merecem esse espaço.





O Alentejano
Situado no edifício da Antiga prisão é um espaço onde a boa comida não é deixada em mãos alheias. Aqui poderá provar pratos tipicamente alentejanos e sair com a certeza que comeu o melhor que Serpa tem para oferecer.




Lebrinha
O Lebrinha é mais conhecido pelos seus petiscos, dos mais variado que há, mas sobretudo pela sua cerveja que segundo dizem os locais (e não só) é a melhor do mundo e "nunca morre". Não sei qual é o truque mas a verdade é que a cerveja vem bem vivinha e fresca e talvez por esse motivo não fique no copo tempo suficiente para morrer.





segunda-feira, 24 de março de 2014

Onde a terra acaba e o mar começa

É esta a melhor forma de descrever a Rota Vicentina situada no sudoeste de Portugal e que liga Sines até ao Cabo de S. Vicente. 

A costa Vicentina é de uma riqueza natural absolutamente única e guarda alguns dos mais bem preservados tesouros selvagens do nosso país. São hectares e hectares a perder de vista de áreas protegidas, banhadas pelo oceano e onde podemos percorrer vilas e aldeias típicas, onde a hospitalidade e a simpatia das gentes é palavra de ordem. 

Por aqui o tempo passa devagar, bem devagar e somos envolvidos por uma calma e tranquilidade que nos obriga a sair da rotina e do stress. 


Lagoa Sto André




Porto Covo






Vila Nova Mil Fontes



Cabo Sardão







Zambujeira do Mar










Alzejur





Daqui para baixo ficou ainda muito por descobrir. Uma promessa há muito adiada mas não esquecida...porque a memória destes caminhos de natureza cortados pelo vento e pelo mar não nos vão deixar esquecer...por muito que se adie o regresso sabemos que ele vai certamente acontecer.